Se o seno é a altura do ponto que gira, o cosseno é o seu afastamento horizontal do centro. Os dois andam juntos: quando um está no máximo, o outro passa por zero. A história Durante séculos, o cosseno não teve nome próprio: era só “o seno do complemento”. Viète o chamava de sinus residuae, e cada autor escrevia de um jeito. Em 1620, o inglês Edmund Gunter propôs, no seu Canon triangulorum, a forma abreviada co-sinus — e com ela também co-tangens. Quatro anos depois, Gunter foi o primeiro a usar a abreviação sin, numa figura; os nomes pegaram, e o prefixo co- virou a marca de todas as funções “do complemento”.