O capítulo 1 contou como nasceram os sinais do cálculo: os pontos de Newton, os $d$ de Leibniz, o $\int$, o $\lim$ de Cauchy. Este capítulo pergunta como esses sinais se leem e o que eles fazem quando se calcula.
O cálculo trata de três coisas difíceis de escrever: o que muda, o que se acumula e o que não acaba. Para cada uma, a matemática inventou mais de uma escrita, e cada escrita mostra uma parte e esconde outra. O $\frac{dy}{dx}$ se comporta como fração quase sempre, e engana justamente quando não se comporta. O $D$ dos operadores permite fatorar uma equação diferencial como se fosse um polinômio. O $\infty$ parece um número e não é. E uma soma com infinitas parcelas pode mudar de valor só porque se trocou a ordem das parcelas.
Textos do capítulo
- Quatro escritas para a derivada
- Do Δ ao d: a diferença que encolhe
- dy/dx é uma fração?
- O D que se fatora: a derivada como operador
- A integral lida sinal por sinal
- O teorema fundamental: quando d e ∫ se cancelam
- O ∞ de Wallis: um sinal que não é número
- Somas que não acabam: o = das séries
- Como ler o cálculo: roteiro e glossário
- Referências e créditos